Testes de Proficiência

Qual o nível de inglês dos brasileiros?

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Escrito por Fluenglish

Você sabia que o nível de inglês do Brasil é tão baixo que, em um ranking mundial publicado pelo Jornal O Globo, o país se encontra na posição número 53 de 88 nações diferentes?

A qualificação – que o coloca atrás de outros países da América do Sul, como Argentina, Uruguai e Chile – é alarmante e, por essa razão, inspira cuidados quando se trata da educação e do conhecimento cultural da sociedade que habita as terras tupiniquins.

O problema, contudo, é que, apesar do baixo nível de inglês da maioria dos brasileiros, muitos deles continuam colocando que possuem tal conhecimento em seus currículos. Logo, muitas empresas passam a enfrentar problemas na hora da contratação de profissionais bilíngues e podem, até mesmo, se deparar com uma surpresa em uma entrevista presencial.

Diante deste cenário, gerentes de RH e tomadores de decisões precisam estar atentos a estes fatores, compreendendo este nivelamento e, acima de tudo, encontrando as melhores formas de testá-lo.

Quer saber mais a respeito? Confira agora o porquê desta ainda ser uma demanda no país e como as organizações lidam com este desafio.

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    Por que o nível de inglês de brasileiros é baixo?

    Um estudo realizado pela British Council comprovou que, apesar do inglês ser essencial para quem busca uma carreira corporativa de sucesso, cerca de 95% da população brasileira não tem conhecimento do idioma.

    Isso se dá devido a uma série de fatores e o primeiro deles pode ser pelo fato de que, geralmente, o ensino desta linguagem é feito nas escolas, mas não de maneira que os alunos possam aprimorar sua oralidade e listening, efetivamente.

    Quem respalda este pensamento é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), que analisou a tendência e constatou que o país possui, ao menos, 57 milhões de estudantes frequentando o sistema educacional.

    Em suas verificações, o INEP conjecturou, inclusive, que, durante esse período, os jovens aprendem inglês e espanhol, seja nas escolas públicas ou privadas. 

    No entanto, se o indivíduo tiver interesse em realmente saber mais sobre o idioma, de maneira adequada, é preciso frequentar um instituto particular ou cursinho – o que poucos fazem.

    Outro ponto a ser considerado, observado por pesquisadores como Josh Plotkin em seu artigo “Why Is The Level of English So Low in Brazil?”, está no fato do ensino de inglês no Brasil (e isso inclui as instituições especializadas no assunto) darem um maior enfoque na gramática, com testes de conhecimento acerca da escrita e dos erros relacionados à ela.

    Contudo, o autor aponta que, para a comunicação em si, a gramática é algo muito sutil e manter a atenção em apenas uma característica diante de todas as outras que englobam o ato de aprender um idioma pode ser prejudicial para uma assimilação completa.

    Por fim, mas não menos importante, há uma outra corrente sendo desenvolvida por pensadores que acreditam que o isolamento linguístico do país possa ser responsável por isso. 

    Como apontado pela University of Zurich, as comunidades de fala geograficamente isoladas devido aos efeitos do colonialismo – como é o caso do Brasil, único país latino a falar português – podem apresentar variações em termos de sincronia, linguagem e identidade.

    Para tornar isso ainda mais intenso, a nação é imensa e a economia do país é potencialmente fechada. 

    Nela, a maioria das pessoas trabalha em serviços e comércios voltados para o grande mercado interno, com uma população que fala predominantemente português ou, no melhor dos casos, tem contato apenas com os vizinhos próximos, promovendo a cultura do “portuñol” e não do inglês.

    Os desafios das empresas que necessitam de profissionais bilíngues

    De acordo com a New American Economy, a demanda por trabalhadores bilíngues mais que dobrou nos últimos cinco anos. Em consequência, assim como a necessidade se ampliou, os desafios também cresceram a largos passos. 

    Em especial porque, dependendo da especialização pedida, o mercado de recrutamento pode ser bem dificultoso. E, quando se trata do bilinguismo, é ainda mais complicado atrair e reter os candidatos.

    Respaldando esta ideia, o Deseret News trouxe à tona relatos de investidores e empreendedores que apontam que, mesmo anunciando as vagas nos mesmos veículos que usam habitualmente e possuem bons resultados, não encontram muitos indivíduos dispondo-se à entrevista ou, no pior dos casos, que tenham realmente um bom conhecimento da segunda língua.

    Para isso, a testagem pode ser uma saída importante para determinar aqueles que realmente estão aptos e os que apenas candidatam-se, mesmo sabendo que contam com algumas limitações em relação à comunicação em outro idioma.

    Como escolher o teste ideal para avaliar o nível de proficiência?

    Muitas organizações podem se precaver diante das contratações exigindo algum tipo de certificado dos candidatos, além de implementar provas feitas online ou solicitar o diploma da língua inglesa.

    No entanto, contar com um teste pode ser uma estratégia ainda mais assertiva, uma vez que ele conseguirá garantir que o funcionário saiba realmente o idioma, a fim de que não haja nenhum problema a longo prazo para ele ou para a companhia.

    Dentre os modelos de testes de proficiência existentes no mercado, algumas opções são:

    – IELTS (International English Language Testing System)

    – TOEFL (Test of English as a Foreign Language)

    – FCE (First Certificate in English)

    – CAE (Certificate of Advanced English)

    – CPE (Proficiency)

    – TOEIC (Test of English for International Communication)

    – GMAT (Graduate Management Admission Test)

    Todos têm como objetivo avaliar as habilidades de leitura, escrita e compreensão e expressão oral. Portanto, um candidato que não esteja amplamente preparado ou não seja um conhecedor do assunto de maneira aprofundada, provavelmente encontrará dificuldades – o que, de alguma maneira, ajudará a sua organização a filtrar quem deve ser contratado.

    Conclusão

    Como visto acima, o país ainda possui uma série de dificuldades no que diz respeito ao nível de inglês dos brasileiros e à uma cultura intrínseca sobre como os indivíduos se portam em relação a este aprendizado.

    Apesar disso, o universo corporativo não para e as demandas por especialistas e profissionais que dominem esta habilidade é enorme, o que faz com que as organizações precisem ficar atentas não apenas para vencer os desafios, mas também para encontrar os colaboradores mais adequados para suas necessidades.

    Diante disso, venha conhecer os nossos serviços e teste os candidatos antes de assinar o contrato. Nossa empresa realiza testes de proficiência on-line em idiomas como Inglês e espanhol, auxiliando o departamento de RH a fazer as melhores escolhas previamente a uma contratação efetiva. Entre em contato com a nossa equipe e saiba como podemos ajudar o seu negócio de maneira inovadora e surpreendente.

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