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O que é Revolução 4.0 e como ela afeta o RH?

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Escrito por Fluenglish

O que é Revolução 4.0?

Pense em um mundo sem as facilidades tecnológicas que conhecemos hoje. Muito do que fazemos no nosso dia a dia dentro das organizações depende de maneira direta das inovações que foram sendo criadas ao longo do tempo.

Por exemplo, manter os processos internos sem essa “ajuda” seria uma tarefa menos eficaz e assertiva. É por isso que dizemos que a Revolução 4.0 veio para mudar a maneira como as empresas estão inseridas no mercado e no mundo.

Mas o que significa Revolução 4.0? O termo, que também pode ser chamado de Quarta Revolução Industrial, é utilizado para designar a informatização do trabalho de manufatura.

Ele foi cunhado no Governo Alemão, que apresentou alguns indicadores que colaborariam para a mudança na indústria. Entre eles, podemos destacar a orientação ao serviço, descentralização e virtualização dos processos.

Ademais, podemos observar alguns de seus pilares, como a Internet das Coisas (IoT), Big Data Analytics e a segurança dessas tecnologias. Ou seja, basicamente, a revolução pode ser caracterizada também como a mudança na forma como as indústrias e empresas de todos os setores oferecem os seus produtos ou serviços.

As mudanças com a Revolução 4.0

A Revolução Industrial transformou de maneira profunda a vida das pessoas a partir do século XIX. Ela teve origem na Inglaterra e revolucionou os meios de produção, bem como os sistemas de trabalho da época, representando um marco para a história.

A primeira e segunda fases deram base para a etapa em que vivemos até certo tempo atrás, a terceira fase. Nela consolidou-se a informatização, o fortalecimento do sistema capitalista, o desenvolvimento da globalização e, consequentemente, da internet, o que culminou em avanços no comércio e finanças.

Na quarta fase — que vivemos na atualidade — vimos o crescimento massivo da tecnologia, tanto é que hoje é possível controlar todo um processo produtivo por meio de softwares interligados.

Nessa etapa da revolução, as pessoas passaram a ter acesso a uma gama maior de produtos, além de novas fontes de energia e distribuição. Foram criados meios de transportes até então inimagináveis, levando à transição cada vez maior das pessoas do meio rural rumo às cidades.

No entanto, o aspecto mais marcante da Revolução Industrial está diretamente ligado ao desenvolvimento da informação e à maneira como as pessoas se relacionam entre si e também com as empresas.

Além disso, a internet quebrou as barreiras que antes existiam entre continentes: qualquer indivíduo pode conversar com um parente, por exemplo, que está do outro lado do planeta de maneira simples e com a ajuda de diferentes canais.

A mudança dessa dinamicidade no mundo tem muito a dizer sobre os processos industriais que vêm sendo implementados.

Muitas pessoas acreditam que a Revolução 4.0 veio para terminar com a mão de obra humana e passar tudo para meios de produção tecnológicos e especialização profissional. Na verdade, o que acontecerá é a automatização de processos nas empresas, como veremos melhor a seguir.

Automatização de processos nas empresas

A Revolução 4.0 traz consigo uma tendência que é a automatização total de processos na empresa. Com isso, cria-se uma independência cada vez maior de mão de obra em processos repetitivos e também operacionais.

Mas vale ressaltar que isso está ligado à automação industrial. O profissional ainda será necessário, mas ele atuará de maneira mais estratégica e menos operacional.

O que está acontecendo é uma proliferação de softwares inteligentes interconectados na cadeia produtiva. Espera-se que, com isso, a produtividade na indústria aumente e torne os produtos e serviços ainda mais especializados.

Para que aconteça a automação dos processos de fato, é preciso adotar de maneira gradual uma série de tecnologias. O objetivo é a criação de um ambiente físico-cibernético, em que exista crescente digitalização das informações bem como a comunicação entre as máquinas, sistemas, produtos e pessoas.

Este conjunto forma a Internet das Coisas (IoT), que é o agrupamento de diferentes tecnologias. Entre as suas muitas definições, a IoT é uma infraestrutura que interconecta de maneira avançada coisas físicas e virtuais.

Para isso, utiliza-se da identificação e captação de dados a fim de oferecer serviços para as diversas aplicações existentes no mercado, ao mesmo tempo em que se preza pela segurança e privacidade.

Entre os benefícios de apostar nessa automação estão a maior confiabilidade na execução das tarefas, ligação segura entre as diferentes fases de produção e melhora da produtividade. Dessa forma, reduz-se também o tempo de execução das ações, algo muito importante na atualidade.

É interessante analisar que os processos tendem a ser mais ágeis, e isso exigirá maior especialização dos colaboradores. Assim como dissemos lá no início desse tópico, os funcionários dentro da organização passarão a ter uma atuação mais estratégica.

As tecnologias disruptivas — que rompem com os padrões existentes — ainda demandam aperfeiçoamento e personalização para gerar mais benefícios para as empresas. Consequentemente, o criador delas precisará ter um olhar apurado e estar imerso em um contexto inovador a fim de ter novas ideias.

Especialização dos colaboradores

Como dissemos, a automação exigirá não só a inserção das novas tecnologias, mas um trabalho eficaz por parte dos colaboradores. A tendência é que eles tenham que se especializar cada vez mais, visando o aperfeiçoamento profissional.

Por isso, é certo que os cursos terão suas metodologias voltadas à operação dos softwares e desenvolvimento da personalização de produtos e serviços.

Isso fará, por exemplo, com que os serviços ligados ao TI, controle de qualidade e sistemas sejam mais requisitados pelo mercado. Os profissionais que não se qualificarem se apresentarão como obsoletos para o mercado de trabalho.

Sob a ótica do RH, por exemplo, os profissionais da área precisarão fazer uma maior interligação entre as necessidades individuais dos colaboradores e os instrumentos utilizados para analisá-los.

Ou seja, as contratações serão mais exigentes, sendo voltadas às novas habilidades exigidas pelo mercado, como a interação com softwares de ponta.

A seguir explicaremos melhor sobre como a Revolução 4.0 tende a modificar a seleção e o recrutamento.

A influência da Revolução 4.0 nos processos seletivos

Desde o momento em que a Revolução Industrial foi instaurada, o modelo trabalhista foi sendo modificado. Em um primeiro momento, os trabalhadores não tinham nem mesmo os seus direitos garantidos pela lei. Com o tempo, o cenário se modificou.

Eles não só adquiriram direitos, mas também passaram a ser cada vez mais valorizados pelas organizações, com a inserção de benefícios e maior foco no seu aperfeiçoamento.

Mas as mudanças não ocorreram somente nesse âmbito: os processos de contratação também foram mudados. A Revolução 4.0 trouxe ainda mais novidades para o ramo, como conheceremos a seguir.

Projetos pontuais

A tendência é que haja um crescimento nos trabalhos pontuais dentro das organizações. Isso quer dizer que elas passarão a fazer contratações de profissionais especializados de acordo com os projetos pontuais que surgirem.

Assim, mais companhias terão acesso a colaboradores especializados e melhores resultados, sem que para isso seja preciso contratá-los. A demanda por este tipo de serviço exigirá que o RH se adapte para realizar o recrutamento alinhado a essa necessidade.

As leis trabalhistas atuais até regularizaram esse modelo de trabalho, a fim de facilitar as atividades dos recrutadores e garantir direitos aos trabalhadores.

Trabalho remoto

Outro aspecto que influenciará as contratações será o trabalho remoto. As empresas passarão a contar com profissionais que trabalham a distância: é o advento do home office.

Nesse caso, as organizações precisarão estar preparadas para inserir as tecnologias a fim de manter a comunicação com esses colaboradores. Tanto softwares de voz, mensagens e vídeo devem estar disponíveis.

O interessante do trabalho remoto é que há diversas vantagens, como a adaptação do funcionário, fazendo assim com que ele trabalhe no horário em que é mais produtivo.

Consequentemente, a empresa consegue obter resultados mais positivos, economizar com os custos de manutenção de um funcionário alocado na companhia, entre outros.

Maior utilização de softwares

As novas formas de contratação de colaboradores e o novo modelo de produção fez com que outra necessidade surgisse no dia a dia das empresas: a utilização de softwares que permitam fazer todo o controle de profissionais. Mais do que a automatização dos processos, existe uma demanda agora pelo controle do trabalho.

Os softwares vêm sendo utilizados para controlar o pagamento, fazer a batida de ponto e também como canal de comunicação entre os funcionários. Com a Revolução 4.0, outras tarefas do RH também passarão a ser feitas de forma online.

Aqui, podemos incluir desde os exames admissionais, contratos de trabalho e treinamentos.

Gestão de pessoas

As mudanças também afetarão a forma de gerir as pessoas. Como mostramos, o advento das novas configurações do trabalho exigirá transformações na dinâmica de trabalho. Os profissionais com habilidades diferenciadas e trabalho flexível demandarão adaptação da empresa.

Aquelas que ainda não realizam o controle de produtividade terão que começar a fazer isso. Como não existe mais aquela obrigatoriedade de estar presente no escritório, a organização precisará de controles online do trabalho.

Ou seja, toda a empresa precisará estar adaptada ao ambiente tecnológico a fim de garantir os melhores resultados. Ademais, os profissionais do RH precisam prezar por serem dinâmicos, para funcionarem como uma ponte entre o funcionário e a empresa.

A presença de talentos nas redes sociais

Há pouco mais de 20 anos era inimaginável prever o sucesso que as redes sociais teriam hoje. Muitas delas, hoje, possuem mais usuários que populações inteiras de certos países.

O fato é que, na atualidade, uma empresa que não se adapta e não está presente nesses canais perde muitas oportunidades tanto na hora de conquistar clientes quando na captação de talentos para o seu quadro de funcionários.

Com o advento da Revolução 4.0 e seu impacto no RH, as empresas passaram a observar os talentos nas redes sociais. Mas você deve estar se perguntando como fazer isso de maneira adequada. É o que mostraremos a seguir.

Integração entre diferentes canais

Uma das ações mais importantes do RH é que ele não deve ficar atento apenas à rede social pessoal do candidato em questão. A evolução nos sistemas de trabalho por meio da tecnologia veio para oferecer uma visão ampliada sobre os negócios e também sobre as pessoas que interagem com ele.

Por isso, é fundamental que o recrutador esteja atento às redes sociais profissionais a fim de encontrar aqueles mais adequados com relação às competências técnicas.

No entanto, é preciso também observar o comportamento dele no seu dia a dia. Logo, investigar os canais de uso pessoal também é crucial. Afinal, uma pessoa que demonstra comportamentos distintos em ambas pode não ser a melhor escolha para o negócio.

Foco nas postagens

Apenas encontrar um potencial candidato nas redes sociais profissionais não é sinônimo de uma boa escolha. Por isso, a observação do recrutador deve ser voltada também para o que o candidato posta em seus canais.

Pessoas que costumam se expor demais, postar indiretas e fazerem comentários agressivos e preconceituosos, certamente, apresentarão problemas a sua empresa. Por mais que elas tenham um perfil técnico excelente, as organizações modernas exigem que os seus colaboradores saibam respeitar as diferenças.

Afinal, a tendência é que diferentes perfis se unam em torno da busca dos melhores resultados.

Construção do perfil estratégico

Não basta que a empresa observe apenas as redes sociais dos candidatos. Na atual evolução, a proatividade também conta muitos pontos a favor de quem investe nela. Logo, estruturar um perfil estratégico a fim de atrair os talentos certos para a sua organização também é de suma importância para esse processo de recrutamento.

A ideia é procurar manter uma página com conteúdos ricos e atualizações constantes. Assim, o candidato tem informações o suficiente sobre o processo de seleção.

A empresa, por sua vez, consegue se posicionar como uma boa marca empregadora. Afinal, na Revolução 4.0, os esforços de ambas as partes representam um elo importante na construção de um negócio de sucesso.

Por isso, a empresa deve se esforçar em manter redes sociais que funcionem como um canal de atração e comunicação com os profissionais, esclarecendo questões importantes a respeito do processo de seleção e recrutamento.

Inclusive, esses canais podem até ser utilizados em algumas etapas do processo, como testes de fit cultural.

A importância do inglês nesse novo cenário

A língua inglesa é a segunda mais falada no mundo inteiro, ficando atrás apenas do mandarim. Apesar disso, o número de lugares em que ela é falada e a sua utilização é muito maior no dia a dia em detrimento do dialeto chinês.

Devemos somar isso ao fato de o inglês ser amplamente utilizado nas relações internacionais de comércio, tornando a sua importância ainda mais eminente no mercado. Mas qual é de fato a representatividade do idioma, além das relações comerciais?

Internacionalização das empresas

Uma das maiores mudanças proporcionadas pela revolução industrial foi a globalização. As empresas deixaram de ficar limitadas apenas ao espaço físico onde se localizavam, passando a fazer negócios com outras cidades, estados e países.

Essa transposição de barreiras exigiu que os negociadores adotassem uma língua para que pudessem se comunicar com eficácia. Com isso, a utilização do inglês cresceu.

Se pensarmos na conjuntura atual, as empresas que desejam se internacionalizar precisam contar com profissionais fluentes em inglês, a fim de fechar negócios com mais facilidade e facilitar o processo de entrada no mercado mundial.

Aquisição de conhecimento

Como o inglês é uma das línguas mais amplamente utilizadas no mundo, a empresa que detém em seu quadro profissionais fluentes no idioma apresenta uma possibilidade muito maior de aprendizado.

Como os materiais em inglês são muito presentes no mundo dos negócios, se os seus colaboradores sabem como interpretá-los, ficará mais fácil desenvolver não só novas ideias, mas também inovar cada vez mais. Ademais, as trocas merecem ser destacadas, como mostraremos melhor no tópico a seguir.

Melhor vivência

Com a globalização das empresas, muitas barreiras foram quebradas, como dissemos. O conhecimento de outro idioma não só o ajudará a transpô-las, mas também a entender e conhecer profissionais e outras culturas na qual o negócio em que você atual está inserido.

Isso é de suma importância se pensarmos, por exemplo, que você terá que conviver diariamente com essas pessoas, seja em projetos profissionais em comum ou, até mesmo, por trabalharem em uma multinacional.

Logo, aprimoram-se aqueles profissionais que detêm o conhecimento sobre a língua e sabem como se comunicar, facilitando, assim, toda essa vivência.

Linguagem da tecnologia

Não poderíamos deixar de destacar o ponto para o qual converge todo este texto: a tecnologia. A língua inglesa é utilizada como base em diferentes ferramentastecnológicas, desde computadores até os softwares de última geração.

Ou seja, qualquer problema que houver em relação a eles — e também para aproveitar todas as funções — exigirão o conhecimento do idioma em específico.

Se formos analisar sob essa ótica, o inglês é o básico hoje em dia para os negócios que desejam expandir e se tornarem um sucesso. O RH estratégico deve implementar políticas para que seja feita uma contratação eficaz de profissionais com essas habilidades.

Diferença do RH tradicional e do RH 4.0

Em meio à evolução das tecnologias, muitas novidades surgiram no mercado. Entre elas, cresceu um novo modelo de RH dentro das empresas: o estratégico ou 4.0. Provavelmente, você já deve ter ouvido falar nele e, até mesmo o aplique. Porém, é essencial mostrarmos no que ele se difere do modelo tradicional e quais as vantagens de adotá-lo!

Foco

Uma diferença básica entre os dois modelos é o foco dado às suas atividades. No RH tradicional, o trabalho é muito voltado ao operacional e à realização de processos básicos, como recrutamento, seleção e treinamento dos colaboradores.

Já no RH 4.0 existe, sim, o foco nessas atividades, mas elas são realizadas de maneira estratégica, pensando sempre no alinhamento entre os objetivos de cada setor da empresa e a própria organização em si. Ou seja, tudo é pensado para que as necessidades da empresa conversem com as competências dos colaboradores.

Burocracia

O modelo tradicional do RH é cercado pelo excesso burocrático que ronda os seus processos. Fazendo, assim, com que as atividades do setor sejam pouco flexíveis e remetendo à pouca adaptabilidade diante de situações que não sejam comuns.

Isso o difere do modelo estratégico que, justamente em seu nome, mostra ao que veio: ajudar a empresa a se posicionar estrategicamente no mercado.

Com isso, ele preza por ajudar no desenvolvimento dos profissionais e nas atividades deles da melhor maneira possível, sempre buscando a otimização e a dinamicidade diante das demandas mercadológicas.

Comunicação

O RH tradicional está bastante ligado à burocracia, como mencionamos. Mas não é só isso. Os processos engessados e verticalizados tornam a gestão mais autoritária e menos participativa, o que representa um atraso em relação à comunicação.

No novo cenário, além da maior flexibilidade encontrada pelos colaboradores, o sistema flui de maneira mais horizontal. Isso quer dizer que os funcionários têm a mesma oportunidade de comunicação e canais mais eficazes para isso.

Aliás, vale ressaltar que a maior diversidade de profissionais indispensáveis, característica do RH 4.0, permite que essa troca seja mais eficiente.

As vantagens de inserir o RH estratégico na empresa

Adotar uma postura estratégica garante uma série de vantagens para a empresa, entre elas maior eficácia e assertividade nas ações da empresa.

O RH que atua dessa maneira consegue planejar o plano de cargos e salários de seus colaboradores e, consequentemente, tem mais chances de reter os talentos, como também atraí-los.

O RH estratégico tende a trazer a evolução para dentro da companhia. Isso porque, para executar as suas tarefas, ele precisa adotar ferramentas tecnológicas eficazes. Aqui, podemos exemplificar desde o e-learning até o sistema de gestão que controla a entrada e saída dos colaboradores.

Esse modelo de RH permite maior dinamicidade na gestão de talentos. Além disso, faz com que os setores atuem de maneira mais integrada.

Afinal, os profissionais do departamento têm mais facilidade em introduzir a missão, visão e os valores da organização perante os funcionários, visto que eles já foram contratados alinhados com as competências imprescindíveis à organização.

Como você pôde ver ao longo deste artigo, a Revolução 4.0 mudou bastante a forma como o RH é organizado. Neste último tópico, em especial, vimos que essa evolução ajudou o setor a se tornar estratégico, algo imprescindível na atualidade.

Um exemplo claro da adaptação à Revolução 4.0 é o que a Siemens, gigante de eletrônicos alemã, fez. A organização investiu na digitalização dos processos de produção a fim de aumentar a eficácia e ser mais competitiva no mercado. Mesmo os dispositivos mecânicos passaram por um processo evolutivo.

Com isso, ela conseguiu criar uma coexistência entre a tecnologia e os profissionais, aumentando a receita em cerca de 5%, o que é considerável levando em conta a competitividade atual do mercado.

Em uma de suas áreas, ela promoveu um crescimento de pedidos em 40%. Tudo isso graças às aplicações mais eficientes, disponíveis e uma completa transmissão de dados proporcionadas pela Revolução 4.0.

As empresas que não se adaptam a essa nova realidade tendem a serem engolidas pelo mercado. Por isso, focamos tanto na especialização dos colaboradores.

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